domingo, 16 de dezembro de 2012

Alberto de Serpa e Paulo Martins


Natal






 Os joelhos em terra,
as mãos erguidas, presas.
e Deus o céu descerra
aos murmúrios que rezas.

Brilham mais as estrelas.
Mais neve o céu derrama.
E, se por fora gelas,
Por dentro és uma chama.

E beija a tua face
O luar que aparece,
Como se Deus mandasse
Um sim à tua prece.



(Retirado de aqui)

1 comentário:

L.S.A. disse...

.
Belas as fotografias...belos o texto e o poema, silhuetas que a vida nos mostra, reais, para podermos interpretar com os nossos sentimentos.
Feliz Natal