domingo, 29 de novembro de 2009

Nuno Júdice e Gustav Klimt

Elisabeth Siddal









Escrevo o que vejo, mas também
vejo o que escrevo. E no teu rosto,
o que vejo são as palavras que
nascem dos teus olhos, quando
os abres, e toda a luz do mundo
desce pelo teu rosto, dizendo
que é manhã. Por isso as escrevo,
para que a manhã possa nascer
deste poema, através das palavras
que o teu rosto me ensina.



                                         Gustav KLIMT, Adele Bloch-Bauer

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